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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Entre o sangue e as lágrimas, a Ucrânia sua para ser “europeia”

JOÃO RUELA RIBEIRO
(em Kiev) 25/07/2016 - 07:38
Manifestação na praça Maidan, a favor da integração na União Europeia, em Dezembro de 2013 REUTERS/GLEB

As mudanças no país são muito poucas e pequenas, mas começam a surgir, embora em Bruxelas ninguém prometa uma integração rápida.


É provável que, por estes dias na Ucrânia, haja poucos homens com mais pressão aos ombros do que Artem Sytnyk. 
Mas a tranquilidade com que este procurador de 36 anos se dirige a um grupo de jornalistas quase faz esquecer que ele é o primeiro director da Agência Nacional Anti-Corrupção (NABU) da história do país. 
Em pouco mais de um ano desde que foi criada, a NABU já abriu mais de cem investigações, sobretudo centradas em juízes e magistrados, e deteve 25 pessoas. 
“É o tipo de progresso que a sociedade espera de nós”, resume Sytnyk, que trabalhou como procurador entre 2001 e 2011, quando se afastou da magistratura em protesto contra as políticas para a Justiça do ex-Presidente, Viktor Ianukovich.

Há muito trabalho a ser feito na Ucrânia para dar continuidade àquilo que motivou a série de protestos iniciados no final de 2013 e que culminaram no derrube de Ianukovich. 
Nos livros de História, esse processo é lembrado como a Revolução da Dignidade, mas ninguém se atreve a dizer que essa revolução terminou. 
A corrupção endémica continua a ser um dos grandes entraves ao desenvolvimento desta ex-república soviética, a classe política mantém os vícios do clientelismo e continua habituada à falta de prestação de contas e os oligarcas continuam a ter uma influência considerável nos assuntos públicos. 
Algumas mudanças reais vão sendo alcançadas, como a criação da NABU, mas quem tomou parte nos protestos na praça Maidan diz ver outras revoluções, mais pequenas, mas igualmente importantes.

Apesar do voluntarismo da nova agência, não houve qualquer condenação de personalidades relevantes e mesmo os casos menores raramente se traduzem em algo de significativo. 
O problema, diz Sytnyk, está nos tribunais superiores que não cumprem a sua parte por integrarem o sistema que a agência quer derrubar. 
Para poder passar aos famosos oligarcas e aos políticos, é necessário “purgar” o sistema judicial. 
A tarefa está longe de ser fácil, ou segura, como mostrou o caso recente de um juiz de Odessa que foi apanhado a receber um suborno e atirou sobre os inspectores.

Uma das revoluções operadas pela NABU, que tem recebido aconselhamento do FBI, é a sua própria existência. 
Sytnyk fala de uma “independência funcional” em relação ao poder político e judicial. 
O processo de selecção é muito rigoroso e os candidatos a inspectores têm de passar por várias fases de exames, não só de conhecimentos, mas também de personalidade e honestidade, incluindo um teste de polígrafo. 
Dentro da agência, há ainda uma divisão responsável em exclusivo por investigar casos internos de agentes suspeitos de corrupção. 
Num ano de funcionamento ainda não houve qualquer processo aberto, diz Sytnyk, mas há uma vigilância constante aos mais de 150 inspectores: é comum haver, por exemplo, testes de rotina para avaliar a permeabilidade dos agentes a situações em que podem estar a ser corrompidos. 
“Vou ter tolerância zero à corrupção e estou empenhado em alcançar resultados sem qualquer receio ou favores das personalidades políticas em questão”, escrevia Sytnyk, na altura em que a agência foi inaugurada.

Fome de transparência

Há muitas causas para que um site possa ceder por causa do tráfego excessivo: a espera por um novo gadget electrónico, o lançamento de bilhetes para um concerto do mais recente fenómeno pop ou a saída de mais um episódio da série de dragões e mortos-vivos mais popular do momento. 
Mas acompanhar a negociação de um contrato público em tempo real deve estar bem para baixo nesta lista.

Foi o que aconteceu com um dos primeiros concursos públicos do Ministério da Defesa ucraniano mediado por uma nova plataforma electrónica, em Junho do ano passado. Um conhecido blogger alertou para o acontecimento que se aproximava e disse aos seus seguidores para acompanharem a licitação. 
Esta fome de transparência apanhou de surpresa até os próprios criadores da ProZorro, um grupo de activistas que participaram nas manifestações na Maidan. 
Os jovens, vindos de áreas como a Informática, Gestão ou Finanças, calcularam que as más práticas que envolviam os contratos públicos causavam perdas no valor de dois mil milhões de euros todos os anos para os cofres do Estado. 
Surgiu então a ideia de criar uma plataforma electrónica onde instituições públicas e fornecedores estabelecessem contacto e fosse possível aceder a toda a informação relativa a cada negócio e acompanhá-los em tempo real. 
Em pouco mais de um ano, foram feitos mais de 130 mil negócios através deste sistema e a ProZorro foi galardoada num concurso mundial de contratação. 
Desde Abril que todas as agências governamentais, assim como as empresas estatais monopolistas, estão obrigadas por lei a usar este serviço.

O deputado Alexei Ryabchyn diz não ser possível “saltar etapas” no desenvolvimento da Ucrânia. 
“Gosto sempre de dar o exemplo da Roménia, que mesmo sendo membro da UE continuou a ser um país corrupto e só após dez anos de reformas é que venceram a luta anti-corrupção. 
Nós não temos fundos europeus, nem apoios europeus como os Estados-membros, mas temos a vontade desesperada do povo ucraniano em querer aproximar-se da Europa”, diz o parlamentar do partido pró-europeu Pátria (Batkivshchyna), liderado pela carismática e polémica ex-primeira-ministra, Iulia Timochenko.

O caminho europeu da Ucrânia não tem sido fácil, mesmo se se ignorar a guerra no Leste que já fez quase dez mil mortos. 
Em Abril, um novo Governo tomou posse, depois de meses de crise política. 
Vários ministros encarados como “reformistas” abandonaram o executivo, sem esconder o desânimo pela lentidão das reformas e pela manutenção dos velhos hábitos corruptos. 
Um deles foi Aivaras Abromavicius, um lituano com passado na banca de investimento e que era titular da pasta da Economia, cuja saída do Governo, em Fevereiro, foi um dos primeiros sintomas de que o espírito reformista e pró-europeu dos novos líderes ucranianos estaria a esmorecer.

O Fundo Monetário Internacional decidiu adiar o pagamento da segunda tranche do programa de assistência financeira de 36 mil milhões de euros concedido em 2014 e a pressão para que o novo Governo faça avançar as reformas tem aumentado. 
Em Kiev para avaliar os primeiros cem dias do novo Governo, o comissário europeu responsável pela Política de Vizinhança e Alargamento, Johannes Hahn, assume que a corrupção é o grande obstáculo ao desenvolvimento da Ucrânia. 
Três meses depois da visita anterior, Hahn diz que começa a ser adoptada a “legislação necessária” para lidar com a corrupção: “O básico está lá, agora trata-se de implementar:”

Uma das reformas que mais impacto está a ter na vida quotidiana dos ucranianos é a do sector do gás. 
Desde a independência, em 1991, que a Rússia manteve os subsídios ao gás consumido na Ucrânia, criando preços artificialmente baixos. 
Com a anexação da Crimeia e a quebra quase total das relações diplomáticas e económicas entre os dois países, o mercado ucraniano passou a ficar privado desses subsídios. 
“A Naftogaz [empresa pública ucraniana de distribuição de gás] era usada maioritariamente como um instrumento para fazer duas coisas: primeiro, para subornar o eleitorado através de enormes subsídios pré-pagos e, em segundo lugar, para práticas corruptas”, disse o novo director da empresa, Andrei Kobolyev, em entrevista ao Wall Street Journal. 
Agora, os preços estão sujeitos às flutuações normais do mercado, o que significou um choque inicial de uma subida para o quádruplo da conta paga pela maioria dos consumidores.

O corte com a Rússia tem outras implicações económicas. 
Entre 2013 e 2014, as trocas entre os dois países caíram mais de 40%, o que não foi compensado pelo crescimento de 12% das trocas com os países da UE. 
“Não podemos, de um dia para o outro, compensar as perdas devidas às restrições da Rússia”, admite Hahn. 
O comissário diz que houve um financiamento de 200 milhões de euros aos países que assinaram acordos de comércio livre com Bruxelas — Ucrânia, Moldávia e Geórgia — para que os tratados sejam “acomodados”.

Continuar a revolução

Há, porém, uma recusa muito forte em não deixar o desenho do futuro da Ucrânia apenas nas mãos das instituições internacionais ou dos políticos. 
Nos últimos dois anos, começaram a proliferar as mais diversas associações cívicas, como os voluntários para apoiar deslocados internos da Crimeia e das zonas ocupadas do Leste, grupos para monitorizar os orçamentos locais ou para desenvolver e propor reformas em diversas áreas. 
Uma delas é o Pacote de Reanimação de Reformas, uma organização não-governamental, financiada pela US Aid e pela Comissão Europeia, que reúne mais de 300 especialistas e think-tanks que se têm debruçado sobre várias áreas de políticas públicas e que já participaram na elaboração de 85 diplomas legislativos. 
Uma das grandes prioridades é a reforma judicial, diz-nos um dos responsáveis na sede da associação, cujas paredes brancas, frases inspiradoras e um exército de computadores Macintosh lembram uma start-up.

Mykhailo Zhernakov começa por notar que a confiança da sociedade nos tribunais varia entre os 4% e os 12%. 
“Em alguns inquéritos, está ligeiramente abaixo da confiança nos media russos”, diz o ex-juiz. 
Uma vez mais, é a corrupção que mina o sistema. 
Zhernakov diz que há duas formas de alguém se tornar juiz na Ucrânia: “Paga um suborno incrivelmente alto; ou então tem ligações com alguém de alto nível.”

O acesso à carreira de magistrado é, portanto, um dos pontos mais sensíveis na reforma judicial. 
Actualmente, é um comité composto maioritariamente por juízes, académicos e advogados, e que está muito dependente da administração presidencial, que escolhe os juízes do Supremo Tribunal. 
Se este modelo não for mudado, “podemos livrar-nos dos juízes de Ianukovich e acabar por ter os juízes de Poroshenko”, avisa Zhernakov.

Quando as últimas tendas foram levantadas da Praça da Independência, Oleg Slabospitsky, de 27 anos, pôs-se uma pergunta que era, naquele momento, transversal aos jovens ucranianos: “Questionei-me se seria mais eficaz no Exército ou a controlar o trabalho do Governo.” 
A guerra começava a rebentar no Leste da Ucrânia contra os separatistas pró-Moscovo, mas Oleg percebeu que havia tanto a fazer pelo futuro do seu país num escritório em Kiev como na frente de batalha. 
Tornou-se assessor pro bono de um deputado independente e está envolvido na reforma para a descentralização administrativa.

Recorda agora os tempos em que passava os dias na Maidan e lamenta a pouca mobilização que se seguiu. 
“Toda a gente queria participar na altura, era algo de moderno e popular, mas agora temos muito trabalho, não há concertos todos os dias, não há manifestações”, diz. Calcula que apenas 10% dos manifestantes estejam hoje envolvidos de alguma forma em associações cívicas. 
“Se todas as pessoas que participaram na Euromaidan se envolvessem no processo de reformas, acho que teríamos um país novo em dois anos.”

É impossível saber quanto tempo irá demorar até a Ucrânia se tornar no país imaginado na Maidan, ou mesmo se esse dia irá chegar. 
A integração europeia é o objectivo último, mas ninguém quer alimentar falsas esperanças. 
“Não devemos especular sobre nenhum futuro possível, para não falar de nenhum prazo”, disse o comissário europeu, Johannes Hahn, admitindo, porém, que há expectativa de que o regime de vistos para viajar para a UE seja abolido no Outono.

Isto é sabido em Kiev, mas, por agora, o empenho é em fazer as reformas necessárias que foram adiadas nas últimas duas décadas. 
Alexei Ryabchyn diz que “não é justo dizer à UE ‘aceitem-nos como somos’”. 
“Quando construirmos as nossas instituições, quando abrirmos os nossos mercados, quando cumprirmos os nossos orçamentos sem pedir assistência, mas competindo por investimento, aí estaremos perante um país diferente.”

O país ainda não mudou como queriam os activistas da Maidan, mas há pequenas revoluções que se vão fazendo. 
As ruas de Kiev estão apinhadas de pessoas nesta altura do ano. 
Onde antes a polícia e os manifestantes entravam em confronto, agora há concursos de dança. 
O país está mais pobre — no ano passado, a moeda perdeu mais de 60% do seu valor face ao dólar — e as esplanadas estão vazias, mas as pessoas contentam-se com os muitos quiosques que animam os passeios das largas avenidas e onde o café e os sumos são substancialmente mais baratos.

A capital está longe de ser uma cidade deprimida. 
“Os pequenos negócios começaram a florescer, mesmo sendo difícil em termos económicos”, conta Myroslava Karpyn, 27 anos, que trabalha em marketing e participou nas manifestações na Maidan. 
“As pessoas querem fazer a sua própria roupa, querem fazer os seus sapatos, querem fazer gelados e querem vendê-los”, diz.

Kate Voznytsya, 29 anos, que participou nas manifestações e editou filmagens feitas por outros activistas, conta que recentemente foi a uma festa de recolha de fundos para uma revista cultural, algo “pouco provável” há dois anos. 
Aos sábados, é habitual grupos de pessoas juntarem-se para limparem as suas ruas, conta Myroslava. 
”Acho que começámos a viver nestes standards mais europeus, pelo menos no nosso imaginário — e eles são mais elevados do que os reais.”

O jornalista viajou a convite da Comissão Europeia.


sexta-feira, 1 de julho de 2016

Honrando o Herói: de Paris a Kyiv pessoas choram morte de Vasyl Slipak

A SOCIEDADE
18:00 Junho. 30 de 2016


Famoso cantor ópera foi morto por um atirador no leste da Ucrânia

Vasyl Slipak, um cantor de ópera de renome ucraniano morto recentemente na zona de guerra Donbas, está sendo comemorado em Paris.
As pessoas estão trazendo flores para seu retrato na catedral católica ucraniano na capital francesa.

Enquanto isso, no centro de Kiev, um santuário improvisado para Slipak foi organizado na praça Maidan Nezalezhnosti.
Ucranianos colocar velas e flores para pagar a última homenagem ao patriota que sacrificou sua vida.

Slipak tinha sido um solista da Ópera de Paris durante 19 anos antes de voluntariado para lutar contra as forças separatistas apoiadas pelos russos no leste da Ucrânia. Ele foi baleado e morto por um atirador na quarta-feira 29 de Junho.

Ucranianos oferecem as  suas últimas despedidas ao cantor de ópera Vasyl Slipak, repousando morto em Lviv

A SOCIEDADE
19:11 Julho. 1 de 2016

Solista de 42 anos de idade e voluntário na ATO postumamente para a coragem

Ucranianos dizer adeus a Vasyl Slipak, um cantor de ópera morto na região Donbas.
Centenas de pessoas participaram da cerimônia fúnebre em Lviv, que está Ucrânia Ocidental.

Ofício divino lamentoso para o repouso do solista morto foi realizado no templo guarnição dos SS. Pedro e Paulo.
No final a tumba com o corpo de Slipak foi transportada do lado de fora, apoiado por pessoas ajoelhadas no chão e aplaudindo o cantor com aplausos.
Artista de ópera ucraniana foi enterrado no cemitério Lychakivske no centro histórico de Lviv.

42 anosde idade Vasyl Slipak morreu no leste da Ucrânia em 29 de julho.
Ele foi baleado e morto por um atirador militante.
Antes do conflito, Slipak vivia em França há 19 anos.
Em 2014 ele deixou sua carreira Europeia e voltou para a Ucrânia para lutar contra as forças separatistas apoiadas pelos russos.
Logo após a mensagem de sua morte o Presidente da Ucrânia Petro Poroshenko postumamente condecorado Slipak com a Ordem da Coragem.

As cerimônias lamentosas são realizadas  desdobradas em vários lugares.
Residentes de Paris, onde Slipak tinham vivido por quase duas décadas, comemorar o cantor de ópera com flores e velas.
Toda a Ucrânia pessoas também mostrar a sua última estima para o cantor de ópera assassinado.
Uma boa parte dos moradores de Kiev trouxe velas e flores para o santuário improvisado organizado na praça Maidan Nezalezhnosti.

Seus parceiros e amigos mais próximos chegaram em Lviv para dizer o último adeus ao cantor talentoso e patriota ucraniano.

Orest Slipak, irmão do morto Vasyl Slipak: "Tenho orgulho de ser um irmão de uma pessoa assim.
Agora, tudo o que posso é esperança de que Ucranianos vão tirar conclusões certas e irão seguir em frente, como meu irmão queria que eles deveriam ter feito "

Guillaume Dussau, cantor da Ópera de Paris: "Ele era um cantor brilhante e uma pessoa brilhante Vasyl Slipak nunca poderia ficar de lado a injustiça.
Quando ele decidiu ir para a Ucrânia, tentei convencê-lo a permanecer na França, apenas disposto a defendê-lo da ameaça potencial.
Mas ele insistiu Ucrânia precisava dele mais do que ópera francesa "

Cantor de ópera ucraniano morto por franco-atirador militante na Donbass (atualizado)

CRIME
12:10 JUN. 29, 2016

Vasyl Slipak deixar de teatro de ópera francês há dois anos para lutar pela Ucrânia como um voluntário

Ucraniano cantor de ópera Vasyl Slipak foi morto na zona de guerra no leste da Ucrânia no início de 29 de junho, o jornalista ucraniano Yury Butusov escreveu no Facebook.

Yury Butusov escreveu: "Vasyl Slipak, um cantor de ópera bem conhecido, um dos melhores barítonos do mundo, viveu e trabalhou em França durante 19 anos, onde foi solista da Ópera de Paris.
Quando a Rússia iniciou suas ações agressivas contra a Ucrânia (dois anos atrás) ele abandonou sua carreira Europeia e voltou para a Ucrânia (como soldado voluntário) para defender sua terra natal.
Ele morreu nas fileiras do Right Sector * na linha da frente na região de Donetsk.
Seu nome de guerra era Mito - uma versão abreviada de Mephistopheles (um personagem da ópera Fausto).
Ele não era um soldado profissional, ele era um cantor ... "

Um dos voluntários, que estavam lutando ao lado Slipak, disse o cantora de ópera foi morto a tiro por um franco-atirador usando uma espingarda de de cano completa perto da aldeia de Luhansk em cerca das seis horas da manhã.

"Foi um ataque (militante) lançado a partir de Debaltseve.
Em primeiro lugar, os militantes lançaram ataques de artilharia contra soldados ucranianos, então eles usaram tanques e infantaria.
Slipak tinha apenas uma arma Kalashnikov.
O atirador também disparou e feriu outros dois soldados ", disse o militar.
Ele disse que Slipak foi para a linha de frente há dez dias.

Enquanto isso oficiais militares ucranianos estão verificando esta informação.
Nenhuma confirmação oficial foi feito até agora.

* Right Sector é o grupo nacionalista que começou defendendo manifestantes de violência policial durante a Revolução euromaidan e se transformou em um partido político e grupo paramilitar.
Slipak executa a Mephistopheles aria
Sua ária Toreador lhe rendeu o prêmio de Melhor Performance masculina no festival internacional de cantores de ópera na Harmel

domingo, 15 de maio de 2016

Reforma do sistema judicial da Ucrânia: mais as coisas mudam | #UAreforms

ANÁLISE & OPINIÃO
Joss Meakins - 2016/04/20
É quase uma declaração interessante dizer que a corrupção constitui o maior desafio para a reforma da função pública da Ucrânia e do judiciário. É evidente que um aparato legal ou o governo infestado de corrupção, acordos de bastidores e busca de lucros nunca será independente, eficaz ou confiança do povo.

A boa notícia é que nos últimos dois anos, houve uma grande quantidade de mudanças e reformas na administração pública e do sistema judicial e, consequentemente, ambas as esferas estão em um estado de fluxo.
A má notícia é que a política do governo de lustração teve efeito muito limitado e fé no sistema de justiça continua a ser extremamente baixo.
Como Anders Aslund apontou, há uma visão quase universalmente compartilhada que 10.279 juízes da Ucrânia e 20.367 promotores são "todos corruptos".
Uma pesquisa do Fundo Democrática Iniciativas descobriu que 80% dos entrevistados não confiam no sistema judicial, enquanto quase 94% disseram que a corrupção é generalizada entre os juízes.
No entanto, nos últimos dois anos, apenas 227 juízes foram demitidos, alguns simplesmente porque ultrapassaram o limite de idade, trabalharam na Crimeia ou tinha razões pessoais para fazê-lo.

Um promotor que havia trabalhado sob Yanukovych e estava previsto para ser lustrado conseguiu ser reintegrado em apenas três dias úteis.
Uma unidade de combate à corrupção anunciada pelo presidente Poroshenko em outubro de 2015 foi criticada por ser cosmética, com uma rotulagem crítica que 'teatro político, se não a justiça selectiva "e outro descartá-la como" uma aldeia Potemkin de repressão vazias.'

Além disso, o Gabinete do Procurador Geral foi completamente inerte e não foi capaz de trazer um caso único grande corrupção ao tribunal.
O Procurador-Geral, Victor Shokin, tinha sido criticado por grupos da sociedade civil, doadores ocidentais (incluindo o embaixador dos Estados Unidos) e reformistas dentro da Rada.

A filial ucraniana da Transparência Internacional culpou Shokin pessoalmente pelo fracasso e acusou a liderança do país de "tentar estabelecer controle sobre os organismos essenciais anti-corrupção, a fim de fazê-los trabalhar em seus próprios interesses."
Houve dezenas de acusações contra figuras-chave suspeitos de corrupção, incluindo Mykola Martynenko, Ihor Kononenko, Borys Lyozkhin e Arsen Avakov, mas nenhum deles tem sido perseguido pelo Procurador-Geral.

Consequentemente, renúncia forçada recente de Shokin foi bem acolhida por muitos, mas a sua ineficácia e laços estreitos com o Presidente sublinhar quão longe a Ucrânia é de ter um sistema judicial independente.
Um indicador importante da intenção do governo será a sua escolha de sucessor, para a promoção de um verdadeiro reformador poderia ter um impacto real, enquanto outro cadáver vivo teria o efeito oposto.
Aconteça o que acontecer, é importante reconhecer que nem toda a reforma judicial falhou.
O Conselho da Comissão de Veneza da Europa aprovou alterações à Constituição da Ucrânia, destinado a assegurar a independência judicial.
A Reforma Monitor de Carnegie relata que estas alterações 'introduzir um sistema judicial de três camadas projetada para melhorar o acesso dos cidadãos à justiça e à qualidade de audiências do tribunal de apelação ".

Além disso, em Outubro, a Rada aprovou uma lei que visava reduzir o poder dos procuradores e despojado-los de sua função de supervisão - um retrocesso Soviético, que tornava superior aos juízes.
A lei também é suposto para tornar o processo de recrutamento mais rigoroso e transparente.
No entanto, essas leis aparentemente positivas podem facilmente ser sequestradas por elementos antireforma que os distorcem para seus próprios fins.

Um membro do Grupo Proteção de Direitos Humanos Kharkiv afirma que o comité de selecção concebido para contratar os candidatos externos como novos procuradores era composta principalmente de companheiros de Shokin.
Assim, após a comissão de seleção tinha terminado entrevista dos  candidatos ', apenas 3 por cento dos candidatos aprovados eram estranhos. "
Como sempre, o diabo está nos detalhes.

Em outra parte da análise Vitaly Kasko, o procurador-geral adjunto que recentemente renunciou em protesto contra a corrupção do governo e inação, estima-se que 84 por cento dos promotores locais Shokin nomeados anteriormente eram procuradores distritais sob Yanukovych.
Da mesma forma, chefe do Comitê Anticorrupção da Rada, reformista Tetiana Chornovil, renunciou logo após a sua nomeação porque seu plano de reforma "Estratégia 2020" foi rapidamente adotado pelo Parlamento, mas foi posteriormente "emasculado por interesses especiais na Rada '

Além disso, no dia 2 de fevereiro, a Rada aprovou a primeira leitura do projeto de lei apresentado pelo Poroshenko como uma "revisão radical do sistema judicial".
No entanto, os críticos dizem que a lei é em grande parte simbólica e ainda deixa o presidente com enorme poder, incluindo o direito de transferir juízes de tribunal para tribunal, potencialmente permitindo-lhe punir ou juízes de recompensa.

De fato, o chefe do Departamento de lustração do Ministério da Justiça comparou o projeto de lei para "vetar as antigas polícia de trânsito e, em seguida, deixando as mesmas pessoas patrulhar as estradas".
Finalmente, é claro para todos que os responsáveis pelos assassinatos durante o euromaidan estão ainda a ser levados à justiça.
A Anistia Internacional afirma claramente que "os responsáveis por estas violações continuam a gozar de impunidade quase completa por suas ações '.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (UNHCR) não foi menos contundente e descreveu a abordagem da Ucrânia para o Estado de Direito como um "vácuo de prestação de contas."

Em suma, a reforma judicial não, tenha ainda fracassado e o governo terá de fazer muito mais, se é para viver de acordo com suas promessas.


Joss Meakins é um estudante diplomado estudando Política russa e internacional na Universidade de Columbia em Nova York.
Seus interesses de pesquisa incluem a política russa e ucraniana e história, estudos de segurança e do espaço pós-soviético.
Joss se formou pela Universidade Cambridge, com um grau de bacharel em Línguas Modernas e Medievais, com especialização em russo e francês.
Em seu terceiro ano em Cambridge, ele passou oito meses vivendo e trabalhando na Rússia.

Expectativas mistas para o novo governo da Ucrânia | #UAreforms

Notícias políticas, UCRÂNIA
Viktoriia Zhuhan - 2016/04/22
O novo governo da Ucrânia no Verkhovna Rada em um dia de votação de 14 de abril de 2016

O governo mais recente da Ucrânia encabeçado pelo mais jovem ministro sempre privilegiado Volodymyr Groysman toma o poder depois de uma competição desenfreada longa e cansativa que ficou etiquetada como um "crise política ." Isso resulta em invulgarmente baixas expectativas, se houver. Há tanto tempo esperada e ainda para vir reformas tornaram-se um lembrete irritante de aspirações revolucionárias da Ucrânia. Euromaidan Imprensa pediu a especialistas ucranianos sobre o potencial de reforma do novo governo, e o que é provável que se foque.

Novo governo, o plano antigo
Recentemente nomeado primeiro-ministro da Ucrânia Volodymyr Groysman convidou representantes da sociedade civil e especialistas para uma discussão.
Esta etapa deu uma esperança para a transparência e a responsabilidade de um novo governo.
Outro passo importante foi a apresentação do seu programa, que segue as práticas europeias, estado especialistas.

No entanto, o processo de formação do Governo ausência de transparência e levou um personagem nepotística, deixando quase nenhum assento para profissionais independentes.
A quota de abordagem representação garantida para apenas dois partidos: presidencial Petro Poroshenko Bloc e Frente Popular  do ex-primeiro-ministro.

A composição do novo gabinete da Ucrânia

Petro Okhotin
Isso deixa dúvidas sobre o potencial da equipe de Groysman, transformando-o em "um governo de reformas seletivas", como consultor político Petro Okhotin colocá-lo em um comentário Facebook para euromaidan Press.
O especialista tem a certeza que o cumprimento dos interesses no âmbito do "consenso" oligarcas "como garantia de funcionamento" coligação latente "será uma parte de leão na rotina do novo governo.

No entanto, apesar de uma longa crise política que resultou na mudança de governo, o gabinete de Groysman é esperado para seguir o plano de Yatsenyuk.
O ex-primeiro-ministro apresentou um plano de acção de 375 parágrafos um pouco antes de renúncia, e o novo se comprometeu a seguir esse curso.

Volodymyr Panchenko, Alex Pol Institute Director
Assim como o governo anterior, o novo irá realizar reformas horizontais, Volodymyr Panchenko, Alex Pol Institute Director explicou em um comentário de telefone para euromaidan Press.
reformas horizontais têm um carácter sistémico, tais como a mudança do sistema judicial, luta contra a corrupção, ou desregulamentação.
Quanto reformas verticais, o parlamento vai levar uma nova tendência fornecendo mudanças em  setores específicos, Panchenko afirmou.

Reformas em personalidades
Yaroslav Yurchyshyn, RPR
Observadores poderia apontar "os reformadores" em dois anteriores governos pós-revolução .
Yaroslav Yurchyshyn, Reanimação pacote de reformas '(RPR) Advocacy Gestor chamado algumas personalidades da equipe de Groysman quem ele espera tornar-se reformadores em um comentário telefone para euromaidan Press.

O especialista apontou Volodymyr Omelyan, o ministro de Infra-estrutura, bem como Lilia Hrynevych, que pode seguir o curso de Serhii Kvit como novo ministro da Educação.
Com este último, surge uma pergunta sobre o vice-ministro da Educação Roman Hreba.
Ele era, na verdade iniciador de falsificação do concurso para o Governo ucraniano Agência Anti-corrupção e mais tarde foi suspensa devido a isso, diz Yurchyshyn.

De acordo com ele, muito potencial reformista pertence a outros vice-ministros, como Maksym Nefyodov e Yuliya Kovaliv que costumavam trabalhar em equipe Aivaras Abromavicius ', bem como o vice de ex Natalie Jaresko Oksana Makarova.

Ele prevê que o novo governo vai muito em breve finalizar a reforma do serviço público, uma vez que o quadro legislativo foi preparado para isso, bem como recursos para cobri-lo foram desenhados.
Outro setor para esperar os resultados visíveis é anti-corrupção, nomeadamente investigações do Bureau Anti-Corrupção Nacional e Office Especializada Anti-corrupção da Procuradoria.

Bloco econômico libertário
Uma das grande reformas reforçadas é o bloco econômico e financeiro, imprensa euromaidan interlocutores estado '.
Panchenko acredita Oleksandr Danylyuk, o novo ministro das Finanças, que declarou um curso libertário, será capaz de formar a agenda para todo o governo.

Portanto, no sector económico do novo governo deverá incidir sobre a desregulamentação, a abertura do mercado interno, metas de inflação, anti-corrupção e outros elementos Consenso de Washington.

Victor Maziarchuk, RPR
Danylyuk salientará na eficiência dos custos do orçamento usam, bem como a programação orçamental de médio prazo, Chief Pública da RPR Finanças Especialista Victor Maziarchuk ressalta.
Se o novo ministro das Finanças consegue essas duas áreas, esta será uma vitória tão significativa como a reestruturação da dívida da Jaresko, o especialista prevê.


De acordo com Maziarchuk, o novo ministro vai continuar a abrir as informações sobre os gastos do orçamento que irá reforçar a capacidade institucional do ministério.

Em matéria agrícola as reformas seguirão os interesses das grandes corporações (principalmente as americanas), diz Panchenko.
Isto irá resultar na venda de terras agrícolas.


O setor de energia vai ver um novo aumento para as tarifas das famílias que serão justificadas pelas exigências do FMI, estados Okhotin.

sábado, 14 de maio de 2016

O novo primeiro-ministro da Ucrânia vai manter "núcleo de reformadores "

NOTÍCIAS
Fontes de mídia ucraniana - 2016/04/15

Volodymyr Groysman, o primeiro-ministro recém-eleito da Ucrânia, declarou em uma conferência de imprensa na sexta-feira, 15 de abril de que ele não pretende mudar radicalmente a liderança dos ministérios econômicos chave no governo, a fim de continuar as reformas iniciadas pelo governo de Arseniy Yatseniuk.

"Nós não vamos demitir ninguém", disse Groysman.
"O núcleo dos reformadores no Ministério da Economia, o Ministério das Finanças e os outros ministérios vão continuar a trabalhar."
Ele acrescentou que o governo anterior tinha assumido uma responsabilidade enorme para a estabilização do país.

"Vamos trabalhar juntos e vamos reter o melhor do que tem sido feito", disse ele.

Groysman também anunciou que Ivan Miklos, que serviu como conselheiro do ex-ministro das Finanças Natalia Jaresko e ex-ministro da Economia e Comércio Aivaras Abromavičius, vão continuar a trabalhar com o novo governo e vão chefiar o grupo de apoio de reforma.

"Haverá um 'núcleo' criado em Conselho de Ministros, que iremos apresentar na próxima semana.
Há um acordo preliminar de que este será um grupo de trabalho para apoiar as reformas e será dirigido por Ivan Miklos.
Este grupo vai permitir que o governo alcance soluções de qualidade ", disse ele.

Ele também pediu que os membros do parlamento para se reunir com os ministros e formar equipes para o desenvolvimento de reformas sectoriais.

Em 14 de abril, o Verkhovna Rada Volodymyr eleito Groysman para dirigir o governo e aprovou o novo Gabinete de Ministros e do seu programa.

Ivan Miklos, o ex-ministro das Finanças da Eslováquia, foi considerado um candidato para o cargo de ministro das Finanças na Ucrânia, mas ele recusou, não querendo mudar sua cidadania.

Cinco fatos sobre novo primeiro-ministro da Ucrânia Volodymyr Groysman

ANÁLISE & OPINIÃO
Viktoriia Zhuhan 2016/04/14
Petro Poroshenko recebe um primeiro-ministro recém-nomeado da Ucrânia Volodymyr Groysman no Verkhovna Rada em 14 de Abril de 2016.

A maior intriga da semana passada agora acabou: estamos oficialmente saber quem é o próximo primeiro-ministro da Ucrânia . Apesar do fato de que ele era o candidato mais esperado ter empurrado a ocidental favorita Natalie Jaresko para as margens do debate político, o curso da briga política deixou até mesmo os observadores mais informados esperando e adivinhando.

Euromaidan Imprensa coletado cinco fatos mais interessantes sobre o próximo primeiro-ministro da Ucrânia Volodymyr Groysman.

1. Um velho diretor há 16 anos , filho do papai
Volodymyr Groysman começou a trabalhar quando tinha 14 anos.
Seu primeiro trabalho acontece na empresa de seu pai: o novo primeiro-ministro da Ucrânia começou como um serralheiro.
Em dois anos, um adolescente de 16 anos se torna um diretor comercial da empresa "Yunost" de propriedade de seu pai.

2. O mais jovem prefeito da cidade
Em 2002, o pai e o filho candidataram-se para as eleições locais. Volodymyr, o filho, foi escolhido pela maioria do distrito para se tornar o vice mais jovem do Conselho da Cidade Vinnytsia.

Em 2005 Groysman foi nomeado secretário do Conselho de City.
Em março de 2006 com o apoio de "Nasha Ukraina" (partido de Victor Yushchenko) e Yulia Tymoshenko Bloc Groysman ganha Vinnytsia eleições Prefeito tornando-se o mais jovem prefeito de cidade da Ucrânia.

Em quatro anos, ele recebeu um recorde de 77,8% de votos durante as eleições de prefeito da cidade num piscar de olhos.

3. Eficiente administrador da cidade
Em 2013 Vinnytsia foi reconhecida como a melhor cidade para a viver na Ucrânia por uma revista de negócios influentes "Focus".
Groysman trouxe investidores e empurrou um grande negócio na reforma da cidade.

Entre seus principais sucessos são o programa de iluminação exterior máximo, reparação larga escala de estradas e ruas, bem como combater o comércio de rua.
Ele trouxe 120 vagões de eléctrico usados da Swiss Zurich fornecendo aos cidadãos de Vinnytsia , não só com melhor transporte, mas também acesso wi-fi.
Elétricos suíços nas ruas de Vinnitsa

A Suíça também se tornou o principal doador para investimentos a aos cidadãos de Vinnytsia.
Em sete anos (desde 2007 até 2013), ele conseguiu dotar a cidade com até 736 investimentos estrangeiros mn UAH (cerca de US $ 28 mn).

Durante a sua prefeitura, o "Transparente Office" prestação de serviços públicos foi criado, bem como os serviços de resposta rápida foram lançados para o monitoramento e controle de serviços de utilidade pública.

4. A descentralização, MH17 chefe da comissão, presidente do Parlamento
Em fevereiro 2014 Groysman move-se para Kiev.
Como ele afirma, foi Arseniy Yatsenyuk, que lhe ofereceu um Vice assento primeiro-ministro no novo governo.

Como vice-primeiro-ministro do desenvolvimento regional, Groysman estava no comando da reforma da descentralização.
Ele também foi responsável pelo cuidado do Estado para as pessoas deslocadas internacionalmente e renovação da infra-estrutura da zona de guerra no Leste da Ucrânia.

Outra coisa importante que Groysman foi responsável porque estava encabeçando a comissão de investigação do Governo sobre MH17 catástrofe.

Apesar de agora não é tão fácil de estimar suas realizações nessas áreas, no outono de 2014 Groysman decidiu tentarele próprio no parlamento, correndo as eleições antecipadas como o quarto número na presidencial Petro Poroshenko Bloc.
Logo ele foi eleito como o presidente do Parlamento da Ucrânia, Verkhovna Rada.

5. O mais jovem primeiro-ministro, o homem de Poroshenko
Apesar de sua programação de suas conquistas políticas, Groysman é amplamente referido como "o homem de Poroshenko".

A família de Groysman tem vivido em Vinnytsia por cinco gerações.
Poroshenko tem vindo a desenvolver o seu negócio nesta cidade desde o início dos anos 90.
Foi Vinnytsia onde da Ucrânia "Chocolate King" comprou a sua primeira fábrica notória "Roshen" confeitaria em 1996.
Em 2012 ele abriu uma outra acolá, em 2014 Poroshenko prosseguiu com uma fábrica de leite colocação em latas.
O pai de Poroshenko costumava ser um membro do parlamento Oblast, enquanto seu filho tinha sido eleito para o Conselho da Cidade Vinnytsia em 2014.

A votação para o novo primeiro-ministro em Verkhovna Rada em 14 de Abril de 2016.

Após a Revolução Laranja, Groysman se juntou então  partido presidencial "Nasha Ukrayina".
Poroshenko era então conhecido como confidente de Yushchenko e correu para as eleições parlamentares de 2006 como o "Nasha Ukrayina" membro do partido.

Em 2005, um dos aliados mais próximos de Poroshenko e depois Vinnytsia prefeito, Oleksandr Dombrovskyi, foi apontado como Vinnytsia Oblast governador.
Groysman foi apontado como secretário do  conselho municipal que de facto tinha credenciais para prefeito ".
É muito difícil sugerir que ele se tornou prefeito da cidade, sem garantias de equipe de Poroshenko ", a análise semanal" Dzerkalo Tyzhnia ", comentou então.

No outono de 2014 Groysman, correu para as eleições parlamentares como um membro do Petro Poroshenko Bloc.

Apresentando o novo primeiro-ministro candidato ao parlamento, o presidente enfatizou perfil extraordinário de Groysman: "Saliento que Groysman é um político da nova geração.
De acordo com a sua decisão, ele provavelmente vai se tornar o mais jovem primeiro-ministro na história da Ucrânia.
Apesar disso, Volodymyr já tem uma grande experiência administrativa. "