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domingo, 9 de novembro de 2014

Agitação nas bolsas leva a fuga dos mercados emergentes

31 de Outubro de 2014 
O agrandamento chinês e o fim do programa de 'quantitative easing' da Fed justificam a menor procura por activos de maior risco

Bolsas
Agitação nos mercador leva a fuga de capitais emergentes
A turbulência que se verificou em meados de Outubro nos mercados financeiros despoletou a maior saída de fundos dos mercados accionistas emergentes em mais de um ano.
Os investidores retiraram em Outubro aproximadamente nove mil milhões de dólares em acções relativas a África, América Latina, Europa de Leste e Ásia, de acordo com os dados do IIF (institute of International Finance). 
A justificar esta menor procura pelos activos de maior risco tem estado o abrandamento do crescimento da economia chinesa, assim como o fim do programa de expansaão quantitativa por parte do banco central norte-americano. 
O índice FTSE dos mercados emergentes já caiu mais de 10% desde o início de Setembro, sendp este im sector extremamente dependente de investidores estrangeiros, o que o torna particularmente vulnerável a alterações no sentimento global.
Melhor índice da semana
O índice de 'small caps' norte-americano apresenta o melhor registo semanal do Mundo.
4,19%
Russel 2000

Dívida
Foco na concessão? de crédito na zona euro
Após a divulgação dos testes de stress aos principais bancos europeus, o foco volta-se parao nível de concessão de crédito na zona euro. As últimas indicações dão conta de que o ciclo de contracção de cedência de crédito a privados estará a terminar.
Nota-se no entanto grande disparidade entre a evolução deste indicador nos países fo núcleo ou na periferia da Europa.
A falta de confiança por parte de quem pede emprestado, é um dos factores que tem travado uma maior retoma no investimento, tão ou mais importante que o custo a pagar pelo empréstimo.

Obrigações portuguesas vs bundus alemãs
Evolução das 'yields' das obrigações do Tesouro a 10 anos portuguesas face às 'bundus alemãs.
Fonte: IMF

Câmbios
Coroa sueca cai com desxcida da taxa directora para 0%
A coroa sueca atingiu esta semana mínimos de quase quatro meses face ao euro e de mais de quatro anos relativamente ao dólar.
Em causa este um corte de taxas de juro mais agressivo do que o esperado por parte do Banco Central da Suécia (Rilsbank), que as co,locou em 0%
A decisão foi justificada com a intenção de afastar o risco de deflação prolongada na Suécia - os preços caíra, em 16 dos últimos 24 meses e as expectativas apontam para que a pressão inflacionista se mantenha muito ténue.
Daqui para a frente, com os cortes de taxas "esgotados", o próximo passo poderá ter de incluir medidas não convencionais.
Essa hipótese não foi colocada de parte pelo governador do banco central que por agora parece contudo acreditar que tal não será necessário e que as decisões tomadas nesta reunião serão suficientes.

Euro perde 2% face ao real
Variação semanal do euro face a cinco divisas principais

Matérias-primas
Mercado norte-americano? de soja recupera em Outubro
Desde a primeira semana de Outubro que o mercado norte-americano da soja regista um movimento de recuperação das cotações, dado um estreitamentoda disponibilidade do produto, no curto-prazo.
Este resulta de números animadores no mercado de exportações dos EUA, aliados a agricultores hesitantes na venda dos seus produtos aos baixos preços praticados.
Recentemente verificou-se uma subida masi acentuada das cotações que levou o grão de soja a negociar acima dos $10/bushel, resultando num maior ritmo de vendas por parte dos agricultores.
Acredita-se contudo que, mesmo com a entrada de uma colheita recorde no mercado norte-americano, os produtores irão controlar as suas vendas de forma a manterem o mercado suportado.
Também as fortes exportações alimentam a procura, sendo que no curto-prazo ascotações não deverão afastar-se muito dos níveis actuais.

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